A Universidade Católica de Pelotas (UCPel) será palco da décima edição do Seminário de Política Social do Mercosul. O evento será realizado entre os dias 26 e 28 de agosto no Auditório Dom Antônio Zattera e na sala 410C do Campus I (rua Gonçalves Chaves, 373).
O evento acadêmico e científico tem como objetivo promover discussões de políticas sociais, direitos humanos, desigualdade e serviço social. A proposta reúne pesquisadores, professores, estudantes e profissionais de diferentes países para debater os desafios atuais da democracia e dos direitos humanos na América Latina e seus impactos nas políticas sociais.
As inscrições serão abertas nos próximos dias, diretamente no site do evento. A programação conta com profissionais de vários estados do Brasil, da Argentina e do Uruguai.
A promoção do Sepome é financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e realizada pelos Programas de Pós-Graduação (PPGs) em Política Social e Direitos Humanos (PPGPSDH) e Profissional em Saúde no Ciclo Vital (PPGPSCV) da UCPel e outros programas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa).
Para a organizadora do evento e coordenadora do PPGPSDH e do curso de Serviço Social da UCPel, Mónica de la Fare, é sinal de prestígio sediar, mais uma vez, o Sepome.
“Isso reafirma o PPGPSDH da UCPel como referência regional e internacional na produção e divulgação de conhecimentos sobre políticas sociais e direitos humanos. O Seminário reúne, há duas décadas, pesquisadores e instituições de todo o Mercosul, e sua décima edição consolida a internacionalização do PPG, atraindo docentes e estudantes do Brasil e de outros países, principalmente Uruguai e Argentina, para debater os desafios da democracia na América Latina”, destacou.
“Ao reunir gestores, profissionais e representantes de movimentos sociais junto à comunidade acadêmica, o SEPOME transforma a universidade em espaço de debate público sobre os problemas concretos da região. Esta é uma grande oportunidade de diálogo direto com pesquisadores experientes do Brasil e de países vizinhos”, entende.
A professora pontua que o legado do evento é a fomentação do debate democrático. “Para a comunidade de Pelotas, o evento deixa um acúmulo de dez edições de produção crítica sobre políticas sociais e direitos humanos, consolidando a cidade como polo de debate acadêmico qualificado no Mercosul. Necessitamos fortalecer nossas democracias, e esse é o tema central do evento”, entende.