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UCPel realiza evento em alusão ao Maio Laranja
27.05.2026 | 11:36
UCPel realiza evento em alusão ao Maio Laranja Foto: Claudio Ferreira

A Universidade Católica de Pelotas (UCPel), realizou nesta terça-feira (26), por meio do  Grupo de Estudos “Famílias, Infâncias, Juventudes e Políticas Sociais (GEFIJUSS), o evento “Maio Laranja - Caminhos intersetoriais no cuidado e proteção de crianças e adolescentes”. O seminário foi realizado no Auditório Dom Antônio Zattera e reuniu alunos, professores, profissionais da rede de atendimento e comunidade em geral. 


A programação contou com palestras e mesas redondas temáticas, promovendo um espaço de diálogo, mobilização e formação. A iniciativa integra a campanha nacional Maio Laranja que tem como objetivo à conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. 


A coordenadora do curso de Serviço Social e do Programa de Pós-Graduação em Política Social e Direitos Humanos (PPGPSDH), Mónica de la Fare, explicou a importância da universidade em promover eventos como este.“Estamos à frente de uma pauta civilizatória. Como sociedade, cada vez que uma criança ou um adolescente é abusado sexualmente, fracassamos. Então, as universidades têm um papel fundamental de trabalho junto à sociedade para que isso não continue acontecendo”, destacou. 


A palestrante Bárbara Domingues explicou como a sociedade pode ajudar na proteção de crianças e adolescentes. “A melhor maneira que nós temos, enquanto sociedade e profissionais, é sempre denunciar qualquer suspeita ou violação de direitos. Muitas vezes, as pessoas silenciam por não quererem se “intrometer”, mas é fundamental denunciar através do Disque 100 ou procurar os órgãos de proteção da rede de atendimento”, afirmou.


Suelen Santanna, acadêmica de Serviço Social da UCPel, contou que sua motivação para participar do evento foi o convite da professora Mónica de la Fare. “Tive o incentivo de uma docente que admiro. Foi ela quem me motivou a conhecer e buscar informações sobre essa pauta tão necessária”, pontuou.


Ação é vista como estratégica para fortalecer vínculos institucionais, ampliando a capacidade de proteção e promovendo uma cultura de cuidado compartilhado com as crianças e adolescentes. 

 

Redação: Gabriela Ávila

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