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Professor da UCPel assume coordenação nacional de rede de incubadoras
09.10.2008 | 00:00
Professor da UCPel assume coordenação nacional de rede de incubadoras
O professor Antônio Cruz, do curso de Serviço Social, Mestrado em Política Social e do Núcleo de Economia Solidária e Incubação de Cooperativas (Nesic) da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), assumiu a coordenação da Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares. Cruz divide com a professora Ana Mercedes Icaza, da Unilasalle, a liderança da instituição, que reúne 41 incubadoras de todo o país.

A eleição para a escolha da coordenação ocorreu no dia 26 de setembro, em Brasília. De acordo com o professor, é a primeira vez que uma universidade privada assume a coordenação do órgão. Da mesma forma, é também inédito o fato de uma universidade da região sul estar à frente da Rede. “É um reconhecimento do trabalho da nossa incubadora”, disse.

Durante a gestão, que tem duração de dois anos, a proposta da nova coordenação é construir um sistema de informações com site na Internet e consolidar a publicação da Revista das Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares, que deve ser efetivada em 2009. Além disso, faz parte do projeto a ampliação das articulações entre as incubadoras, especialmente em nível internacional. “Queremos aprofundar a Rede principalmente nas discussões sobre sua metodologia de funcionamento, e nas questões de economia solidária”, destacou. Com a coordenação de Cruz, a sede da Rede passa a funcionar na UCPel. A assessoria nacional fica a cargo de Solaine Gotardo.

União
De acordo com Cruz, desde que foi criada a Secretaria Nacional de Economia Solidária muitas foram as transformações na área. Cerca de 21,8 mil empreendimentos solidários foram detectados em todo o país. São aproximadamente 1 milhão e 800 mil pessoas envolvidas com cooperativas populares, de crédito, de moradia, clubes de trocas, entre outros empreendimentos. “Na América do Sul, a economia solidária cresceu de forma espetacular”, disse ele. Segundo o professor, em Pelotas há 54 empreendimentos de economia solidária. “Tem muita coisa acontecendo nessa área, e teoricamente esse setor tende a crescer no próximo período, em função da crise econômica que se avizinha”, destacou o professor, ao pontuar que em situações financeiras críticas é um fenômeno comum que as pessoas se unam em empreendimentos sociais para superar as dificuldades.
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